DEUSO Universo é obra inteligentíssima: obra que transcende a mais genial inteligência humana.E como todo efeito inteligente tem uma causa inteligente, é forçoso inferir que a do Universo é superior a toda inteligência :
É a inteligência das inteligências;A causa das causas;A lei das leis;O princípio dos princípios;A razão das razões;A consciência das consciências;É Deus. Deus! Nome mil vezes santo, que Newton jamais pronunciava sem se descobrir!Deus! Vós que vos revelais pela natureza, Vossa filha e nossa mãe, reconheço-vos eu, Senhor,Na poesia da criação; na criança que sorri;No ancião que tropeça; no mendigo que implora;Na mão que assiste; na mãe que vela;No pai que instrui; no apóstolo que evangeliza;Reconheço-vos eu, Senhor, no amor da esposa,No afeto do filho; na estima da irmã;Na justiça do justo; na misericórdia do indulgente;Na fé do pio; na esperança dos povos;
Na caridade dos bons; na inteireza dos íntegros;
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor,No estro do vate; na eloqüência do orador;Na inspiração do artista; na santidade do moralista;
Na sabedoria do filósofo; nos fogos do gênio!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, N a flor dos vergéis; na relva dos vales;No matiz dos campos; na brisa dos prados;No perfume das Campinas; no murmúrio das fontes;No rumorejo das franças; na música dos bosques;Na placidez dos lagos; na altivez dos montes;
Na amplidão dos oceanos; na majestade do firmamento!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor,Nos lindos antélios; no íris multicor;Nas auroras polares; no argênteo da lua;No brilho do sol; na fulgência das estrelas;No fulgor das constelações!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor,Na formação das nebulosas; na origem dos mundos;Na gênesis dos sóis; no berço das humanidades;
Na maravilha, no esplendor, no sublime infinito!
Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, com Jesus, quando ora: “PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS”...Ou com os anjos,Quando cantam: “GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS”...

CRISTO E O MUNDO
O cristão decidido, na busca incessante do auto-aprimoramento, não se pode descurar de manter-se em constante vigilância, a fim de que as distrações do caminho a percorrer não o desviem da rota.
A mente, pela facilidade de manter-se em polivalência de idéias, tende a constantes mudanças de comportamento, aceitando as induções que lhe chegam, alterando o plano de reflexões.
No torvelinho das preocupações, na horizontalidade do pensamento vinculado aos interesses imediatistas, surgem com muita freqüência interesses atraentes, que dizem respeito às necessidades do cotidiano, dando lugar a alterações de anseios e de valores que antes recebiam considerações acurada.
Nesses momentos têm início as vacilações quanto às metas elegidas, por se tornarem mais agradáveis aquelas que dão imediata resposta de prazer, que afetam os sentidos, proporcionando alegria inconseqüente.
Naturalmente, a desincumbência de tarefas idealísticas exige esforço, que sempre se transforma em sacrifício, pelo romper das algemas dos vícios que predominam em a natureza humana, como decorrência de condutas arbitrárias e agressivas do passado.
Pela natural tendência de evitar qualquer tipo de sofrimento, o ser humano prefere desfrutar no momento, embora procure anestesiar a razão a respeito dos efeitos danosos que advirão dessa atitude.
A atração pelo gozo arrasta multidões desavisadas aos labirintos d demoradas aflições, onde estorcegam e tentam libertar-se, o que somente é conseguido a preço alto de renúncia e de lágrimas.
Eis porque a eleição do Cristo, como roteiro de segurança, constitui definição de alta sabedoria, que somente conseguem aqueles que estão saturados das quimeras terrestres imediatas, enquanto anelam por felicidade legítima, por alegria plena.
Realizada a opção, a fim de que as vacilações e incertezas da marcha não constituam fator de desânimo ou de arrastamento para o recuo, faz-se necessário que cada qual indague o que lhe significa Jesus, como O vê e o que dEle espera.
Jesus, sem dúvida, é possuidor de um significado incomum, porque o Seu amor, de tal maneira é envolvente que, todos quantos com Ele se identificaram, nunca mais puderam dispensar-Lhe o convívio.
Em razão da necessidade de preencher os vazios do sentimento, diminuir as angústias da emoção, os tormentos dos desejos, Jesus representa o meio seguro para a completude, o estímulo para as lutas transformadoras, o refúgio dinâmico para o repouso após as refregas desgastantes.
A Sua serenidade em todos os momentos constitui emulação para o enfrentamento das mais diferentes situações e mais graves desafios, por facultar coragem feita de bondade e de compaixão para com o opositor.
Ele constitui o exemplo da vitória sobre si mesmo e as ocorrências em sua volta, oferecendo a segurança de paz, que falta nos líderes humanos, nos combatentes apaixonados, nos modelos que ainda não se encontram.
Se Ele tem esse significado na existência de alguém que O busca, torna-se indispensável vê-lO como o amor que se compadece, mas não conive, que ajuda, porém não se detém, que ensina, e também exemplifica, que convida ao Bem e o faz incessantemente, que propõe o reino dos céus, tornando mais digna a vida na Terra.
Ele deve ser visto sempre como a força que não violenta e conquista, a bondade que esparze socorros, mas estimula os beneficiários a que se levantem e se libertem dos fatores que dão surgimento às necessidades, a paciência que sempre aguarda, no entanto, segue adiante, confiando que aqueles a quem convida não mais poderão passar sem a Sua presença...
A visão que dEle se pode ter ilumina a consciência, porque é uma percepção interior enriquecedora, que não mais permite qualquer tipo de escuridão moral nos recessos dos sentimentos.
Ele se apresenta no imo de quem O busca na condição do vencedor inconquistado, de lutador sem repouso, do Homem Integral que se impôs a missão de libertar os seres humanos das suas paixões, doando a própria vida, a fim de ensinar a vitória sobre o ego em perfeita identificação com Deus.
Somente quando é visto na condição de Amor não amado, é que sensibiliza mais profundamente aquele que pretende seguir-Lhe as pegadas, atraído pelo Seu magnetismo incomum.
Alcançando esse patamar de visão altruística sobre Jesus-Cristo, torna-se natural saber exatamente o que dEle se espera.
O mundo oferece conforto, júbilo, entusiasmo, afeto, convívio agradável como decorrência de muitos sacrifícios, como é natural em todos os empreendimentos, no entanto, face à fugacidade da existência física, o tempo devora essas ofertas e deixa expressivos vazios no sentimento angustiado, quando o sofrimento não assinala as horas demoradas da jornada humana.
O homem no mundo espera felicidade e gozo, tranqüilidade e bem-estar, fundamentado na ilusão do poder econômico, social, político, religioso, artístico, cultural, científico, de qualquer espécie. A fragilidade do poder, todavia, decompõe-no, deixando magoado aquele que confiava haver adquirido tudo, em razão do desmoronar momentâneo do seu castelo de sonhos, ante a presença do infortúnio, a perda dos haveres, a saúde, a separação pela morte daqueles a quem ama...
A pessoa, porém, que busca Jesus, espera dEle a misericórdia da compaixão e do auxílio para superar-se, o aumento da fé a fim de vencer a própria incredulidade, a paz que advém do dever retamente cumprido.
Amando-O, espera ser alcançado pela Sua inspiração, fruindo a alegria de viver e estimulado a continuar as batalhas pela auto-iluminação.
Já não espera do Seu amor os bens materiais, tão do agrado dos que se enganam; as posições de relevo, que se transformam em dolorosos fardos de ostentação e loucura, os ouropéis que se desgastam e não oferecem harmonia, amor ou paz...
Vinculando-se a Jesus, espera preterir o mundo e suas facécias, preferindo o futuro radioso e pleno que começa desde o momento da eleição, entesourando amor duradouro, que se estende em direção a tudo e a todos.
A partir do momento do amor em expansão, a opção por Cristo está realizada, e aquele que a fez, nunca mais será o mesmo, jamais se arrependendo nem retornando ao primarismo, porquanto o oxigênio puro da montanha da sublimação evangélica inundá-lo-á com vigor para sempre.

O TESOURO DIFICIL
Certo Homem interessado no aprimoramento próprio,rogou a Deus lhe permitisse a busca das qualidades nobres que os sábios nomeiam como sendo as que fazem jorrar fontes de luz nas profundezas da lama e,aprovado na solicitação,iniciou o seu longo itinerário no Espaço e no Tempo.
De começo,pediu a compreensão da beneficência,nasceu abastado,e,sem dificuldade,repartiu bens e valores diversos,transformando-se em benfeitor da comunidade.
Regressou á Vida Maior e solicitou a luz do discernimento;corporificou-se em família generosa que lhe facultou as melhores oportunidades de estudo a adquiriu,sem sacrifício,a faculdade de penetrar o sentido das pessoas e das situações.
Em seguida,almejou a aquisição de poderes artísticos e,sem maiores esforços,converteu-se em artista famoso.
Logo após,quis o dom da simplicidade;retomou a experiência humana,num lar modesto e aprendeu facilmente a manter-se em paz e alegria com o mínimo de recursos.
Sem delongas,pediu o carisma da autoridade e renasceu numa casa que lhe amparou o ideal,auxiliando-o a se fazer respeitável e atencioso juiz.
Desejou depois explicar as leis da vida e retornou ao Plano Físico nas condições necessárias e,em curta faixa de tempo,transfigurou-se em nobre orador,elucidando a indagações do mundo sobre as realidades do espírito.
Mas,realizadas tantas aspirações,rogou a Deus o tesouro da paciência e,com a Permissão Divina,segundo afirmam dedicados Instrutores Espirituais até hoje,esse ,mesmo homem já voltou á Terra através da reeencarnação a reeencarnação ,durante oitocentos anos,e,quanto ao tesouro da paciência,nada conseguiu.

O EXEMPLO DA FONTE
Um estudante da sabedoria, rogando ao seu instrutor lhe explicasse qual a melhor maneira de livrar-se do mal, foi por ele conduzido a uma fonte que deslizava, calma e cristalina, e, seguindo-lhe o curso, observou:
- Veja o exemplo da fonte, que auxilia a todos, sem perguntar, e que nunca se detém até alcançar a grande comunhão com o oceano. Junto dela crescem as plantas de toda a sorte, e em suas águas dessedentam-se animais de todos os tipos e feitios.
Enquanto caminhavam, um pequeno atirou duas pedras a corrente e as águas as engoliram em silêncio, prosseguindo para diante.
- Reparou? - disse o mentor amigo - a fonte não se insurgiu contra as pedradas. Recebeu-as com paciência e seguiu trabalhando.
Mais à frente, viram grosso canal de esgoto arremessando detritos no corpo alvo das águas, mas a corrente absorvia o lodo escuro, sem reclamações, e avançava sempre.
O professor comentou para o aprendiz:
- A fonte não se revolta contra a lama que lhe atiram a face. Recolhe-a sem gritos e transforma-a em benefícios para a terra necessitada de adubo.
Adiante ainda, notaram que, enquanto andorinhas se banhavam, lépidas, feios sapos penetravam também a corrente e pareciam felizes em alegres mergulhos.
As águas amparavam a todos sem a mínima queixa.
O bondoso mentor indicou o lindo quadro ao discípulo e terminou:
- Assinalemos o exemplo da fonte e aprenderemos a libertar-nos de qualquer cativeiro, porque, em verdade, só aqueles que marcham para diante, com o trabalho que Deus lhes confia, sem se ligarem as sugestões do mal, conseguem vencer dignamente na vida, garantindo, em favor de todos, as alegrias do Bem Eterno.

A NECESSIDADE DO ESFORÇO
Conta-se que, no princípio da vida terrestre, o alimento das criaturas era encontrado como oferta da Divina Providência, em toda parte.
Em troca de tanta bondade, o Pai Celeste rogava aos corações mais esforço no aperfeiçoamento da vida.
O povo, no entanto, observando que tudo lhe vinha de graça, começou a menosprezar o serviço.
O mato inútil cresceu tanto, que invadia as casas, onde toda a gente se punha a comer e dormir.
Ninguém desejava aprender a ler.
A ferrugem, o lixo e o mofo apareciam em todos os lugares.
Animais, como os cães que colaboram na vigilância, e aves, como os urubus que auxiliam nas obras de limpeza, eram mais prestativos que os homens.
Vendo que ninguém queria corresponder à confiança divina, o Pai Celestial mandou retirar as facilidades existentes, determinando que os habitantes da Terra se esforçassem na conquista da própria manutenção.
Desde esse tempo, o ar e a água, o Sol e as flores, a claridade das estrelas e o luar continuaram gratuitos para o povo, mas o trabalho forçado da alimentação passou a vigorar como sendo uma lei para todos, porque, lutando para sustentar-se, o homem melhora a terra, limpa a habitação, aprende a ser sábio e garante o progresso.
Deus dá tudo.
O solo, a chuva, o calor, o vento, o adubo e a orientação constituem dádivas dele à Terra que povoamos e que devemos aprimorar, mas o preparo do pão de cada dia, através do nosso próprio suor e da nossa própria diligência, é obrigação comum a todos nós, a fim de que não olvidemos o nosso divino dever de servir, incessantemente, em busca da Perfeição.

ALEGRIA
A alegria é o cântico das horascom que Deus te afaga a passagemdo mundo.
Em toda parte, desabrochamflores por sorrisos da natureza e ovento penteia a cabeleira do campocom música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeitono coração da terra e o próprio grãode areia, inundando de sol, é mensagemde alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldadese faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirarcontra a felicidade que esperas, ergueos olhos para a face risonha da vida quete rodeia a alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfumes sobre a garra do espinhoe a alvorada aguarda, generosa, que a noite cessepara renovar-se diariamente em festa de amor e luz.

Un amigo verdadero es alguien
que llega cuando todos los demás se van,
y se queda cuando todos los demás han desaparecido.
Es alguien que cree en ti
incluso cuando tu has dejado de creer en ti mismo.
Tener un amigo es......
como tener un jardin florecido incluso en pleno invierno
A lo largo de nuestra existenca conocemos gente
que entran salen de nuestra vida a lo largo de los años.
Pero solo los verdaderos amigos dejan huellas en su corazón.
Son los que te aceptan tal y como eres,
comprende tu estado de animo ,
te acompaña en los logros y te consuelan en los fracasos,
celebran las alegrías, comparte el dolor y jamás te juzga por tus errores.
Mientras existamos y en nuestras vidas tengamos un amigo,
el camino a recorrer no sera tan oscuro,
porque con el brillo de sus ojos podremos seguir el rumbo.
Intenta no perder nunca a un amigo, pues con él perdiras un trozo de tu alma.

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